Bastidores: como funciona nossa curadoria de tokens
22 de novembro de 2025 8 minPor time Criptaly
Por que curadoria importa Cripto tem um problema clássico: barulho. Todo dia surgem dezenas de tokens novos, e a maioria é projeto sem cabeça, cópia de algo que já existe, ou cilada coordenada. Listar tudo isso seria irresponsável. A solução da Criptaly foi montar uma equipe de curadoria que faz o trabalho de filtrar.
Etapa 1 — Descoberta A descoberta acontece em canais que a maioria dos investidores não acompanha: comunidades nichadas no Telegram, fóruns regionais, launchpads pequenos, threads no X de creators independentes. A gente procura sinais de tração orgânica — comunidade que se forma sozinha, sem incentivo financeiro.
Etapa 2 — Due diligence técnica Quando um projeto passa pelo radar inicial, ele entra em due diligence. Aqui a gente olha: - Distribuição de supply (carteira do dev concentra mais de 50%? Reprovado.) - Auditoria de contrato (vulnerabilidades conhecidas, funções de mint/burn ocultas) - Histórico do time (anônimo é OK, mas tem que ter contexto) - Liquidez disponível - Risco regulatório nas jurisdições onde operamos
Cerca de 70% dos projetos morrem nessa etapa.